
O ciclista espanhol Xavier Tondo, vencedor da Volta a Portugal em 2007 pela LA-MSS, equipa da União Ciclista da Maia, faleceu esta manhã, num acidente doméstico, de contornos ainda por esclarecer. Tondo, escreve o jornal Marca, terá sido atingido pela porta da garagem de sua casa, quando se preparava para sair de cada em direcção ao local de treino.
Xavier Tondo preparava-se para ir treinar na zona da Serra Nevada, preparando a Volta a França em bicicleta, na qual iria correr pela Movistar.
Este ano, o ciclista espanhol, de 32 anos, já tinha ganho a Volta a Castela e Leão. Tondo correu em Portugal por duas equipas, a Barbot-Gaia e a LA-MSS, ao serviço da qual venceu, em 2007, o Troféu Joaquim Agostinho e a Volta a Portugal.
Aires Pereira, presidente da União Ciclista da Maia nessa altura, lembra um “indivíduo espectacular, dos melhores que tivemos, muito bem-educado, respeitador”. “Lastimo a morte dele”, assinala o ex-dirigente da equipa de ciclismo, chocado com o falecimento.
Joaquim Gomes, director da Volta a Portugal, lembra que Tondo era, de facto, “um grande companheiro e um dos melhores corredores estrangeiros que esteve em Portugal”. Recorda-o como um “jovem educado, que sempre soube tratar os companheiros e o público de uma forma irrepreensível”.
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A saia da Carolina
Tem um lagarto pintado
Sim Carolina ó - i - ó - ai
Sim Carolina ó - ai meu bem
Tem cuidado ó Carolina
Que o lagarto dá ao rabo
Sim Carolina ó - i - ó - ai
Sim Carolina ó - ai meu bem
A saia da Carolina
Não tem prega, nem botão
Tem cautela, ó Carolina
Não te caia a saia no chão
A saia da Carolina
Uma barra encarnada
Tem cuidado ó Carolina,
Não fique a saia rasgada
A saia da Carolina
É da mais fina combraia
Tem cautela ó Carolina
Que o lagarto leva-te a saia
A saia da Carolina
Foi lavada com sabão
Tem cuidado, ó Carolina
Não lhes deixes por a mão
A saia da Carolina
É curta e das modernas
Tem cuidado ó Carolina,
Que ela não te tape as pernas.
Lá num país cheio de cor. Nasceu um dia uma abelha,
Bem conhecida p’la amizade
Pela alegria e p’la bondade.
Todos lhe chamam a pequena abelha Maia,
Fresca, bela, doce abelha Maia.
Maia voa sem parar
No seu mundo sem maldade.
Não há tristeza para a nossa abelha Maia,
Tão feliz e doce, abelha Maia
Maia, eu quero-te aqui
Maia (Maia), Maia (Maia), Maia vem fala-nos de ti.
Numa manhã ao passear
Vi uma abelha numa flor,
E ao sentir que me olhou
Com os seus olhitos de cor.
E esta abelha era a nossa amiga Maia
Fresca, bela, doce abelha Maia
Maia voa sem parar
No seu mundo sem maldade
Não há tristeza para a nossa abelha Maia
Tão feliz e doce, abelha Maia
Maia, eu quero-te aqui
Maia (Maia), Maia (Maia), Maia vem fala-nos de ti
Maia, eu quero-te aqui
Maia (Maia), Maia (Maia), Maia vem fala-nos de ti.
Abelha Maia - Genérico.mp3 (1,7 MB)